O que vou dizer aqui não é novidade para ninguém. Muitos de vocês nem vão considerar isso como uma dica. Mas a verdade é que embora óbvio, nem sempre seguimos a lógica e acabamos esquecendo de realizar esta simples ação: apagar as luzes quando saímos de algum aposento. Esta, na verdade nem era a dica da semana, mas hoje senti a necessidade de reforçar este tópico na meu dia-a-dia, pois confesso que nunca me lembro de apagá-las.
Minha mãe estava indo para Ipanema hoje e disse que poderia me levar até a praia onde eu me encontraria com alguns amigos (fui de carona solidária, a propósito!). No carro, contei as mais novas postagens que havia feito logo de manhã. E foi com muito espanto que ouvi: "Você fala, fala, fala que é ótima para o meio ambiente mas não se lembra do mais simples: apagar as luzes!", foi por causa deste comentário que resolvi que esta seria a eco dica da semana.
Peço desculpas aqueles que já fazem isso normalmente e por isso não percebem a relevância desta postagem. Realmente, isso servirá mais para mim do que para nossos internautas ecológicos, hahaha.
Mas agora que escrevi isso no blog sinto que é meu dever cumprir este acordo (esqueci de avisar que stou fazendo um acordo com vocês, hahah) de apagar as luzes toda vez que eu sair de qualquer aposento.
Agora é oficial, nada mais de luzes acesas onde não há ninguém!
APAGUE ESTA LUZ, ACENDA ESTA IDÉIA, é meu mais novo lema!
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
NOTÍCIA DA SEMANA ( 2 semana)
Tenho uma confissão a fazer: na verdade esta notícia saiu na semana passada... . Mas eu resolvi aproveitar o embalo da ação da semana e postá-la aqui. é sobre o programa de aluguel de bicicletas Pedala Rio, que não entrou em vigor devido aos constantes furtos aos equipamentos. Dá pra acreditar? Deveria ter começado a funcionar em JANEIRO DE 2009, mas assim que as bicicletas foram disponibilizadas, ROUBARAM! Um projeto tão legal como este, que só traria benefícios a todos não pôde funcionar pois logo na primeira semana não havia mais bicicletas!
O projeto surgiu em Paris, e por lá funciona direitinho. É lógico que os prefeitos e governadores do Rio viram nesta idéia uma maneira de reduzir o engarrafamento e também colocar o Rio de Janeiro à frente das demais cidades nas iniciativas ambientais. "Olha só como pensamos no meio ambiente!". Mas HELLÔÔU, ISSO AQUI NÃO É PARIS, MEU AMOOOR!
Estamos no Brasil, e nada mais brasileiro do que investirem milhões de reais em um projetos enviável para a cidade, pelo menos nas condições em que está, ou seja, jogarem fora toda esse grana.
Não adianta só reforçar a segurança das bicicletas, um projeto desses em uma cidade perigosa como esta não sairá do papel enquanto não forem tomadas medidas de consientização da população, além de mais empregos e escolas públicas de qualidade. Sem isso, o brasileiro menos favorecido continuará vendo no tráfico uma saída para sua ascensão econômica. A falta de opção leva jovens à marginalidade.
Estou começando a soar clichê, então, vamos loga á notícia:
O projeto surgiu em Paris, e por lá funciona direitinho. É lógico que os prefeitos e governadores do Rio viram nesta idéia uma maneira de reduzir o engarrafamento e também colocar o Rio de Janeiro à frente das demais cidades nas iniciativas ambientais. "Olha só como pensamos no meio ambiente!". Mas HELLÔÔU, ISSO AQUI NÃO É PARIS, MEU AMOOOR!
Estamos no Brasil, e nada mais brasileiro do que investirem milhões de reais em um projetos enviável para a cidade, pelo menos nas condições em que está, ou seja, jogarem fora toda esse grana.
Não adianta só reforçar a segurança das bicicletas, um projeto desses em uma cidade perigosa como esta não sairá do papel enquanto não forem tomadas medidas de consientização da população, além de mais empregos e escolas públicas de qualidade. Sem isso, o brasileiro menos favorecido continuará vendo no tráfico uma saída para sua ascensão econômica. A falta de opção leva jovens à marginalidade.
Estou começando a soar clichê, então, vamos loga á notícia:
Rio: aluguel de bicicletas é suspenso por falta de segurança
16 de dezembro de 2009 • 00h01 • atualizado às 08h52
O serviço de bicicletas de aluguel do Pedala Rio, uma parceria entre a prefeitura do Rio de Janeiro e a empresa Serttel, de Recife, será suspenso devido ao grande número de furtos do equipamentos. Desde o último dia 30 de novembro, 56 (de um total de 150) bicicletas foram furtadas. Somente entre quinta-feira e domingo passado, 38 sumiram e apenas sete foram recuperadas.
Em nota, a empresa afirmou aos 450 usuários ativos das bicicletas de aluguel que "não resta outra alternativa senão suspender temporariamente os serviços, enquanto o poder público toma as providências necessárias para restabelecimento da segurança pública necessária à operação normal do sistema."
VAMOS CONTINUAR TORCENDO PARA QUE O PROJETO DÊ CERTO! PEDALA RIO!
Cristiano Lunardelli, gerente da Sertell, empresa inspirada no famoso Vèlib francês, informou que o sistema de segurança foi fortalecido há pouco tempo. Mas acredita que os mais de 50 furtos precisam ser investigados pela polícia para provar possíveis ligações entre os crimes.
"Uma pessoa demora meia hora para tirar uma bicicleta da trava. Não é algo tão fácil nem rápido de roubar. Acredito que pode haver algo por trás, mas é uma hipótese sem fundamento"afirmou o gerente.
Enquanto os funcionários da empresa tentam provar que não há fragilidade no sistema, a polícia afirma que a segurança deve ser revista. O delegado Fernando Veloso, da 14ª Delegacia Policial (Leblon), onde o caso foi registrado, disse que moradores de rua devem ter percebido que as travas estavam fracas.
"Como muitos não sabem que as bicicletas têm modelos exclusivos, os ladrões circulam com elas por aí. Se eles não forem pegos em flagrante é porque a bicicleta deve estar abandonada em alguma calçada. Então, nossa meta é recuperar todas", disse. Ele afirmou também que, até hoje à noite, dois menores e um homem de 21 anos foram presos em flagrante.
O serviço da prefeitura de aluguel bicicletas está suspenso por tempo indeterminado. O presidente da Serttel afirmou, no endereço eletrônico da empresa, que acredita que grupos de menores cercavam as estações, esperavam devolução das bicicletas, forçavam as trancas e fugiam com elas.
De acordo com o delegado, quem for visto com uma das bicicletas de aluguel será acusado pela polícia de ter furtado o objeto e pode ser denunciado pelo Ministério Público.
Copacabana em foco
Das 56 bicicletas furtadas, apenas cinco eram das três estações existentes em Copacabana. O presidente da Associação dos moradores do bairro, Horácio Magalhães, disse que o vandalismo é uma realidade presente nos orelhões, postes e, agora, nas bicicletas.
"Aqui, os postes estão abarrotados de cartazes -'Trago seu amor em 15 dias'-, os orelhões funcionam como um classificado de sexo, lotados de panfletos obscenos e serviços sexuais. No período de inauguração dos bicicletários, ainda via Guardas Municipais zelando pela eternidade do matrimônio. Hoje, mesmo com mendigos e ambulantes ao lado, ninguém quer se responsabilizar", disse. -
VAMOS CONTINUAR TORCENDO PARA QUE O PROJETO DÊ CERTO! PEDALA RIO!
AÇÃO ECOLÓGICA DA SEMANA! ( 3 semana)
É fim de ano. A cidade está um caos. O trânsito está fora do crontole, o volume de pessoas quatriplicou, por todo lado há gente, ou carros, com gente.
Não da mais para prever quanto tempo se leva para ir à esquina, pois basta tirar o carro da garagem para constatar que não se pode sair da garagem, pois engavetamento (como, brilhantemente, diriam os portugueses) tomou conta da cidade. É o fim.
Mas eu e o resto da equipe do blog nos recusamos a dizer adeus ao nosso tão querido planeta.
Se há algo para se dizer adeus é ao engarrafamento, e é com esse espírito que proponho nossa mais nova ação:
Nada de carros por uma semana. Pode se despedir do conforto do seu automóvel, do ar condicionado, do seu CD favorito que você ouve enquanto dirige. Parace desanimador, não?
Mas agora vamos avaliar as vantagens: diga adeus ao trânsito e ao tempo que se perde com ele, às emissões desnecessárias de CO2, aos gastos com a gasolina, às multas (já repararam que quanto mais o fim de ano se aproxima, mais multas recebemos?? Por que será, hein, seu guarda?) e o melhor de tudo, não precisaremos dar adeus ao planeta tão cedo!
Pese na balança e faça a perte deste movimento pelo planeta!
Não tem bike? Isso não é desculpa! De fato, o projeto Pedala Rio não entrou em vigor devido aos furtos dos equipamentos, mas ainda há outras opções de transporte. Que tal pegar um ônibus? Sim, ele emite CO2, porém, por ser um transporte público vala muito mais a pena! Imagina se cada uma daquelas pessoas do ônibus resolvesse só andar de carro! Que engarrafamento isso causaria! Quanto gás cárbônico seria lançado à atmosfera!
E tem mais, que tal uma carona solidária? Aproveite os seus amigos que moram perto, aquele vizinho gente boa ou que toda turma está indo para o mesmo lugar e combinem de ir juntos! Assim, todo mundo se diverte, até o Mundo!
ECO TEXTO DA SEMANA QUE VEM! ( 3 semana)
A ansiedade foi tanta que não consegui me segurar, acabei adiantando o texto da próxima semana!
Vocês entendem, né? Daqui a pouco é reveillon (OBA!) e não sei se poderei escrever a voces na próxima semana. Além do mais, informação ssobre o meio ambiente nunca é demais!
Então, lá vai, espero que gostem! Deixem seus comentários!
- Eduardo Galeano -
Quatro frases que fazem o nariz do Pinóquio crescer
1 – Somos todos culpados pela ruína do planeta.
A saúde do mundo está feito um caco. ‘Somos todos responsáveis’, clamam as vozes do alarme universal, e a generalização absolve: se somos todos responsáveis, ninguém é. Como coelhos, reproduzem-se os novos tecnocratas do meio ambiente. É a maior taxa de natalidade do mundo: os experts geram experts e mais experts que se ocupam de envolver o tema com o papel celofane da ambiguidade. Eles fabricam a brumosa linguagem das exortações ao ‘sacrifício de todos’ nas declarações dos governos e nos solenes acordos internacionais que ninguém cumpre. Estas cataratas de palavras – inundação que ameaça se converter em uma catástrofe ecológica comparável ao buraco na camada de ozônio – não se desencadeiam gratuitamente. A linguagem oficial asfixia a realidade para outorgar impunidade à sociedade de consumo, que é imposta como modelo em nome do desenvolvimento, e às grandes empresas que tiram proveito dele. Mas, as estatísticas confessam.. Os dados ocultos sob o palavreado revelam que 20 por cento da humanidade cometem 80 por cento das agressões contra a natureza, crime que os assassinos chamam de suicídio, e é a humanidade inteira que paga as consequências da degradação da terra, da intoxicação do ar, do envenenamento da água, do enlouquecimento do clima e da dilapidação dos recursos naturais não-renováveis. A senhora Harlem Bruntland, que encabeça o governo da Noruega, comprovou recentemente que, se os 7 bilhões de habitantes do planeta consumissem o mesmo que os países desenvolvidos do Ocidente, “faltariam 10 planetas como o nosso para satisfazerem todas as suas necessidades.” Uma experiência impossível.
Mas, os governantes dos países do Sul que prometem o ingresso no Primeiro Mundo, mágico passaporte que nos fará, a todos, ricos e felizes, não deveriam ser só processados por calote. Não estão só pegando em nosso pé, não: esses governantes estão, além disso, cometendo o delito de apologia do crime. Porque este sistema de vida que se oferece como paraíso, fundado na exploração do próximo e na aniquilação da natureza, é o que está fazendo adoecer nosso corpo, está envenenando nossa alma e está deixando-nos sem mundo.
2 – É verde aquilo que se pinta de verde.
Agora, os gigantes da indústria química fazem sua publicidade na cor verde, e o Banco Mundial lava sua imagem, repetindo a palavra ecologia em cada página de seus informes e tingindo de verde seus empréstimos. “Nas condições de nossos empréstimos há normas ambientais estritas”, esclarece o presidente da suprema instituição bancária do mundo. Somos todos ecologistas, até que alguma medida concreta limite a liberdade de contaminação.
Quando se aprovou, no Parlamento do Uruguai, uma tímida lei de defesa do meio-ambiente, as empresas que lançam veneno no ar e poluem as águas sacaram, subitamente, da recém-comprada máscara verde e gritaram sua verdade em termos que poderiam ser resumidos assim: “os defensores da natureza são advogados da pobreza, dedicados a sabotarem o desenvolvimento econômico e a espantarem o investimento estrangeiro.” O Banco Mundial, ao contrário, é o principal promotor da riqueza, do desenvolvimento e do investimento estrangeiro. Talvez, por reunir tantas virtudes, o Banco manipulará, junto à ONU, o recém-criado Fundo para o Meio-Ambiente Mundial. Este imposto à má consciência disporá de pouco dinheiro, 100 vezes menos do que haviam pedido os ecologistas, para financiar projetos que não destruam a natureza. Intenção inatacável, conclusão inevitável: se esses projetos requerem um fundo especial, o Banco Mundial está admitindo, de fato, que todos os seus demais projetos fazem um fraco favor ao meio-ambiente. O Banco se chama Mundial, da mesma forma que o Fundo Monetário se chama Internacional, mas estes irmãos gêmeos vivem, cobram e decidem em Washington. Quem paga, manda, e a numerosa tecnocracia jamais cospe no prato em que come. Sendo, como é, o principal credor do chamado Terceiro Mundo, o Banco Mundial governa nossos escravizados países que, a título de serviço da dívida, pagam a seus credores externos 250 mil dólares por minuto, e lhes impõe sua política econômica, em função do dinheiro que concede ou promete. A divinização do mercado, que compra cada vez menos e paga cada vez pior, permite abarrotar de mágicas bugigangas as grandes cidades do sul do mundo, drogadas pela religião do consumo, enquanto os campos se esgotam, poluem-se as águas que os alimentam, e uma crosta seca cobre os desertos que antes foram bosques.
3 – Entre o capital e o trabalho, a ecologia é neutra.
Poder-se-á dizer qualquer coisa de Al Capone, mas ele era um cavalheiro: o bondoso Al sempre enviava flores aos velórios de suas vítimas... As empresas gigantes da indústria química, petroleira e automobilística pagaram boa parte dos gastos da Eco 92: a conferência internacional que se ocupou, no Rio de Janeiro, da agonia do planeta. E essa conferência, chamada de Reunião de Cúpula da Terra, não condenou as transnacionais que produzem contaminação e vivem dela, e nem sequer pronunciou uma palavra contra a ilimitada liberdade de comércio que torna possível a venda de veneno.
No grande baile-de-máscaras do fim do milênio, até a indústria química se veste de verde. A angústia ecológica perturba o sono dos maiores laboratórios do mundo que, para ajudarem a natureza, estão inventando novos cultivos biotecnológicos. Mas, esses desvelos científicos não se propõem encontrar plantas mais resistentes às pragas sem ajuda química, mas sim buscam novas plantas capazes de resistir aos praguicidas e herbicidas que esses mesmos laboratórios produzem. Das 10 maiores empresas do mundo produtoras de sementes, seis fabricam pesticidas (Sandoz-Ciba-Geigy, Dekalb, Pfizer, Upjohn, Shell, ICI). A indústria química não tem tendências masoquistas.
A recuperação do planeta ou daquilo que nos sobre dele implica na denúncia da impunidade do dinheiro e da liberdade humana. A ecologia neutra, que mais se parece com a jardinagem, torna-se cúmplice da injustiça de um mundo, onde a comida sadia, a água limpa, o ar puro e o silêncio não são direitos de todos, mas sim privilégios dos poucos que podem pagar por eles. Chico Mendes, trabalhador da borracha, tombou assassinado em fins de 1988, na Amazônia brasileira, por acreditar no que acreditava: que a militância ecológica não pode divorciar-se da luta social. Chico acreditava que a floresta amazônica não será salva enquanto não se fizer uma reforma agrária no Brasil. Cinco anos depois do crime, os bispos brasileiros denunciaram que mais de 100 trabalhadores rurais morrem assassinados, a cada ano, na luta pela terra, e calcularam que quatro milhões de camponeses sem trabalho vão às cidades deixando as plantações do interior. Adaptando as cifras de cada país, a declaração dos bispos retrata toda a América Latina. As grandes cidades latino-americanas, inchadas até arrebentarem pela incessante invasão de exilados do campo, são uma catástrofe ecológica: uma catástrofe que não se pode entender nem alterar dentro dos limites da ecologia, surda ante o clamor social e cega ante o compromisso político.
4 – A natureza está fora de nós.
Em seus 10 mandamentos, Deus esqueceu-se de mencionar a natureza. Entre as órdens que nos enviou do Monte Sinai, o Senhor poderia ter acrescentado, por exemplo: “Honrarás a natureza, da qual tu és parte.” Mas, isso não lhe ocorreu. Há cinco séculos, quando a América foi aprisionada pelo mercado mundial, a civilização invasora confundiu ecologia com idolatria. A comunhão com a natureza era pecado. E merecia castigo. Segundo as crônicas da Conquista, os índios nômades que usavam cascas para se vestirem jamais esfolavam o tronco inteiro, para não aniquilarem a árvore, e os índios sedentários plantavam cultivos diversos e com períodos de descanso, para não cansarem a terra. A civilização, que vinha impor os devastadores monocultivos de exportação, não podia entender as culturas integradas à natureza, e as confundiu com a vocação demoníaca ou com a ignorância. Para a civilização que diz ser ocidental e cristã, a natureza era uma besta feroz que tinha que ser domada e castigada para que funcionasse como uma máquina, posta a nosso serviço desde sempre e para sempre. A natureza, que era eterna, nos devia escravidão. Muito recentemente, inteiramo-nos de que a natureza se cansa, como nós, seus filhos, e sabemos que, tal como nós, pode morrer assassinada. Já não se fala de submeter a natureza. Agora, até os seus verdugos dizem que é necessário protegê-la. Mas, num ou noutro caso, natureza submetida e natureza protegida, ela está fora de nós. A civilização, que confunde os relógios com o tempo, o crescimento com o desenvolvimento, e o grandalhão com a grandeza, também confunde a natureza com a paisagem, enquanto o mundo, labirinto sem centro, dedica-se a romper seu próprio céu.
ECO TEXTO ( 2 semana)
Olá internautas!
é fim de ano e está tudo a maior loucura, tantas celebrações e viagens que ficou difícil mantes a assiduidade das postagens. Peço minhas mais sinceras descupas, tentaremos ser mais pontuais, até por que, nosso compromisso é com todos vocês e, principalmente, com o Planeta Terra!
Eu havia selecionada outro texto para postar esta semana, porém devido aos encontros e desencontros da conferência do Clima em Copenhaguem, acabei optando por este aqui, que é mais atual.
Foi me enviado pela equipe de um site super legal de ações ambientais, chamafdo avaaz.
Vocês também podem dar uma olhada no site deles, cujo link está no texto. Dá pra se cadastrar e receber todas as notícias do que eles vêm fazendo e das mais últimas negociações do clima!
Vale apenas conferir, e é claro, ler este texto, eviado por eles no dia 23 de dezembro:
"Caros amigos,
Foi um final difícil para uma semana incrível. Depois de longas negociações, os chefes de estado chegaram a um acordo fraco em Copenhague que falhou em definir metas de emissão para evitar um aquecimento global catastrófico. O acordo foi mais forte no financiamento porém não é vinculante, e não estabeleceu um prazo para a elaboração do tratado final. Grandes poluidores como a China e os Estados Unidos queriam um acordo fraco, e heróis em potencial, a Europa, Brasil e África do Sul não se esforçaram o bastante para impedi-los.
Apesar dos governantes não fazerem história, cidadãos ao redor do mundo fizeram. Com milhares de vigílias, passeatas e protestos, centenas de milhares de telefonemas e uma petição com milhões de assinaturas, um movimento sem precedentes se mobilizou. Depois de ouvir o resultado de Copenhague, um membro da África escreveu: "É preciso muito esforço para mover um elefante, mas quando você consegue é difícil fazê-lo parar ... o elefante está se movendo ..."
Apesar do resultado, Copenhague gerou o movimento que pode vencer a batalha pelo nosso planeta. Clique abaixo para dizer "obrigado" a todas as outras pessoas incríveis que participaram , ver fotos, vídeos e relatos de tudo que fizemos nas últimas semanas. Participe também do chat ao vivo com tradução simultânea para compartilharmos palavras de esperança para o caminho adiante:
Nas últimas semanas, organizamos milhares de vigílias e eventos em 140 países, uma enorme petição com milhões de nomes e dezenas de campanhas para as pessoas ligarem para os seus governos. Milhares de artigos repercutiram na imprensa, organizamos leituras dos nomes da petição em edifícios governamentais chave, assim como várias ações e eventos dentro das negociações.
Na quarta-feira o Primeiro Ministro britânico Gordon Brown convidou os membros da Avaaz para uma conferência por telefone e disse aos 3000 presentes: "Vocês impulsionaram o idealismo do mundo ... não subestime o seu impacto sobre os líderes presentes". O Arcebispo Desmond Tutu, vencedor do Prêmio Nobel e líder anti-apartheid, pediu pessoalmente para nós levarmos adiante a tocha das lutas passadas e nunca desistir.
Este fim de semana, vimos que a luta pelo planeta não pode ser conquistada em um único encontro. Mas também aprendemos do que somos capazes quando nos unimos. Se continuarmos agindo juntos, nada pode nos deter.
PS - Champanhe foi aberto no último dia de Copenhague. Os lobistas da indústria poluente comemoraram a sua vitória. Eles operaram discretamente nas sombras, mas suas vozes ecoaram alto nos ouvidos de alguns políticos. Enquanto eles bebiam champanhe sua maior preocupação pode ter sido nós - o grande potencial do nosso movimento civil global. De fato, eles já estão lançando uma tentativa de nos silenciar. Semana que vem vamos lançar um campanha no coração do poderoso lobby poluidor - fique atento para os próximos alertas... "
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
ECODICA ( 2 semana)
Bem, essa ecodica é para todos que amam o meio ambiente como o café. Sabe quando você passa o café no coador e fica aquela borra considerada por muitos inutil?? Bem agora ela terá o seu momento de brilho "verde". Se você a mistura com água, não necessariamente potável, e depois a coloca em suas plantas ou mudinhas elas em algumas semanas ficaram LINDAS. È um adubo e tanto e uma reutilização muito inteligente, pois além do lixo que você produziria as jogando fora, ao comprar um adubo industrializado você ainda por cima estaria poluindo pois ela fora industrializada e embalada, viu beber café é ecológico,haha...
ECO TEXTO DA SEMANA (1 semana)
Casa Cor sustentável?
No último sábado, passei o dia na Casa Cor (mostra de decoração que acontece em São Paulo) fazendo matéria para a revista em que trabalho. Neste ano, o mote do evento é a sustentabilidade (o que, aliás, não tem nada de novidade, já que quase todos os eventos de decoração fazem esse apelo). O que me pergunto é: como falar em sustentabilidade se eles entregam a nós, jornalistas, uma pasta com 33 folhas de papel contendo releases? Levando-se em conta que isso foi distribuído para todos que participaram do evento de sábado (sinceramente, pelo número de pessoas que tinha por lá eu chutaria mais de 500), imagine quantas árvores "não" foram poupadas? Sem contar os vários outros releases que recebemos de cada um dos arquitetos e patrocinadores. Eu, pelo menos, voltei para casa com duas sacolas grandes e abarrotadas de papéis. A coleta seletiva do meu prédio deve ter agradecido!
Além de tudo isso, nós, pobres jornalistas, fomos obrigados a passar o sábado carregando uma sacola (ou melhor, duas ou mais) super pesada nos ombros durante todo o período de permanência na Casa Cor (no meu caso cerca de quatro horas e meia). Não está na hora de disponibilizarem tudo pela internet? Ou em CD? Ou em DVD? Ou, no mínimo, entregarem esse material aos jornalistas no final do evento?
Postado por Maisa Infante ( no blo crônicas do dia-a-dia)
No último sábado, passei o dia na Casa Cor (mostra de decoração que acontece em São Paulo) fazendo matéria para a revista em que trabalho. Neste ano, o mote do evento é a sustentabilidade (o que, aliás, não tem nada de novidade, já que quase todos os eventos de decoração fazem esse apelo). O que me pergunto é: como falar em sustentabilidade se eles entregam a nós, jornalistas, uma pasta com 33 folhas de papel contendo releases? Levando-se em conta que isso foi distribuído para todos que participaram do evento de sábado (sinceramente, pelo número de pessoas que tinha por lá eu chutaria mais de 500), imagine quantas árvores "não" foram poupadas? Sem contar os vários outros releases que recebemos de cada um dos arquitetos e patrocinadores. Eu, pelo menos, voltei para casa com duas sacolas grandes e abarrotadas de papéis. A coleta seletiva do meu prédio deve ter agradecido!
Além de tudo isso, nós, pobres jornalistas, fomos obrigados a passar o sábado carregando uma sacola (ou melhor, duas ou mais) super pesada nos ombros durante todo o período de permanência na Casa Cor (no meu caso cerca de quatro horas e meia). Não está na hora de disponibilizarem tudo pela internet? Ou em CD? Ou em DVD? Ou, no mínimo, entregarem esse material aos jornalistas no final do evento?
Postado por Maisa Infante ( no blo crônicas do dia-a-dia)
RELATÓRIO DA AÇÃO (1 semana)
A ação foi um S-U-C-E-S-S-O!!
Nós nos estabelecemos na porta de um supermercado famoso da zona sul por volta de 11:00 da manhã, levamos várias ecobags munidas com folhetos ecológicos que explicavam o motivo da destribuição das tais e do blog, além de divulgar diversas informações sobre o quanto as malditas sacolinhas pláticas estão afetando o nosso planeta. Está na hora de desapergarmos delas elas não? Então nós do ecoideias nos prometemos que nunca mais usariamos sacolas plásticas para o resto de nossas vidas. Em pleno século XXI, já até com espedições ao espaço, o tão inteligente homem não inventou nenhum material menos precário ou menos poluente que as rudimentares sacólinhas plásticas que não suportam nem duas garrafas de suco? Ou pelo menos não o divulgou de uma maneira descente? Por favor, o meio ambiente grita por socorro, e aqui neste blog, em um apelo desesperado pedimos para que o de um minuto para falar. Então, apartir de agora ficou decretado para os membros do ecoideias e a mais qualquer um que quiser de livre e espontânea vontade participar desse pacto, que as sacólas plásticas são o primeiro PECADO AMBIENTAL, e que o devemos evitar com todo o vigor de um ambientalista fanático.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
AÇÃO ECOLÓGICA (1 semana)
Olá Internautas!
Estamos aqui para divulgar a nossa ação da semana. Para quem não sabe, nós, da equipe “Eco Idéias no Porão” assinamos o compromisso com vocês (e porque não dizer com o Planeta Terra) de toda semana realizarmos uma ação ecológica.
Sabemos que a semana já está quase acabando, mas não pensem que desistimos!!!
Então, lá vamos nós:
Nossa primeira atividade consiste na distribuição de ECOBAGS na porta de um importante supermercado no Rio de Janeiro.
O grande número de sacolas plásticas jogadas fora diariamente representa uma grande ameaça ao meio ambiente. Embora sacolas biodegradáveis e ecobags ganhem fama a cada dia, ainda não houve uma redução muito significativa do uso de saquinhos plásticos, e isso é preocupante. Várias pessoas já têm conhecimento dos problemas ambientais que o seu uso acarreta, então porque será que não os deixamos de lado de uma vez? Que apego é esse á essas benditas sacolinhas?
A resposta é simples, infelizmente a maioria das pessoas só começa a tomar alguma ação significativa quando sente as conseqüências na pele, ou no bolso. Quem nunca teve sua casa inundada por enchentes nem nunca viu sua tartaruguinha de estimação morrer engasgada por confundir a sacolinha com uma alga-viva acaba sem motivação para COMPRAR as ecobags. Sim, aí vem mais um problema: elas são vendidas ao invés de serem distribuídas gratuitamente como as de plástico.
Há alguns meses o governo do Rio de Janeiro realizou a campanha “saco é um saco”. Só que eles esqueceram de uma parte muito importante: para pararmos de usá-los, deve haver um incentivo ao uso das ecobags, e, além disso não adianta nada campanhas “saco é um saco, ecobags são maneiras” pois sabemos que enquanto o cliente do supermercado tiver que pagar por elas, não haverá incentivo que funcione.
Por isso, nós, da equipe “Eco Idéias no Porão”, distribuiremos Ecobags de juta (que é uma fibra ecológica) aproveitando que esse é o ano internacional fibras ecológicas!!! Montamos panfletos (de papel reciclado, claro!) contendo explicações sobre a importância de utilizarmos sacolas de pano em lugar das de plástico e sobre o ganho ambiental da utilização dessas fibras 100% ecológicas.
Para quem quiser saber mais sobre sacolas plásticas, entre no site:
domingo, 13 de dezembro de 2009
sábado, 12 de dezembro de 2009
ECO NOTÍCIA (1 semana)
Lançou a um tempinho no mercado o e-reder, livro eletrônico, que promete salvar o mundo. Apesar de que: para construir um e-reder emita 168 KG de CO2 e para produzir um livro gaste 7,4 KG de CO2, o e-reder se torna mais sustentável, pois em um e-reder cabem até 2000 livros comuns! E é previsto a venda de 14 milhões de e-reders no mundo até 2012. Isso significa 1,6 trilhões de quilos de CO2 que não serão emitidos que corresponde a poluição gerada a cada ano por: 800 milhões de carros . Todos estão apostando no e-reder!
ECODICA (1 semana)
ECODICA DA SEMANA
A Ecodica, da primeira semana, que alias nem começou, está sendo postada um pouquinho antes pela ansiedade da diretoria, hehehe. Essa Ecodica é uma pequena ação que vale para você e para o meio ambiente. Você sabia que se o seu fundo de tela do computador é colorido, você gasta quase o dobro de bateria e consome muito mais energia do que se o seu fundo de tela fosse preto? Um simples ato como mudar seu fundo de tela já contribui muito com a diminuição de energia gasta, além de que sua conta de luz irá ser reduzida!
E vamos combinar que mudar o plano de fundo não afeta drasticamente a vida de ninguém e que também nós quase não prestamos atenção no plano de fundo, a não ser do planeta, que está sofrendo em silêncio há muito tempo. Eu sei que é difícil se desvencilhar da foto do cachorro ou de sei-lá-quem que esteja ali com você toda vez que você abre o seu computador, mas acredite mais difícil será se desvencilhar do nosso querido planeta. Adote essa idéia!
A ideia de fazer um blog ecológico veio de um grupo de amigos indignados com o atual desleixo político e social com meio ambiente. Melhor dizendo, embora os problemas sejam evidentes, grande parcela da populacão prefere fechar os olhos diante da triste realidade do século XXI. O problema muitas vezes não é a falta de informacão, e sim a acomodacão. É muito mais confortável continuarmos de braços cruzados do que adotarmos acões mais sustentáveis em nosso dia a dia.
Além disso, é desmotivante ouvir grandes ignorâncias sendo ditas por grandes nomes empresariais e cientificos no mundo todo! Como um cientista "conceituado", cujo nome não será citado para evitar polêmica, que afirmou em uma coletiva de imprensa com "verdadeiras provas" que o Aquecimento Global é uma mentira sensacionalistita! Ha! 2012 é uma mentira sensacionalista! Estamos falando da maior ameaça ao planeta! É claro que este mesmo cientista foi altamente apoiado em suas pesquisas por uma empresa que produz excessivamente CO2, e o apoio em sua conta bancaria também foi maravilhoso!
Mas este blog, minha gente, é muito mais do que jovens revoltados reclamando do que o governo faz, ou NÃO faz. Aqui, propomos ações , fazemos a diferença. Estamos cansados de tanto blá blá blá. O nosso desafio é durante 365 dias, toda semana desenvolvermos uma acão sustentavel. Serão aproximadamente 50 ações de diferentes proporcões. A cada semana postaremos no blog 1 ecodica para deixar o seu dia mais sustentavel, 1 crônica relacionada ao meio ambiente 1 noticia de jornal que tenha saído na semana sobre o meio ambiente e fotos da acão além de um relatorio informal completo e datado da acão escolhida.
Chega de somente ouvir, vamos colocar os pensamentos sonhadores em pratica! Qualquer ajuda é bem vinda!
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