Um aviso mais que importante:
A hora do planeta este ano vai ocorrer no dia 27 de março das 20h30 as 21h30. Durante este horário, apague TODAS as lâmpadas da sua casa e tente consumir o mínimo de energia possível.
Para saber mais sobre este movimento, entre:
http://www.horadoplaneta.org.br/
E para ler a entrevista com a autora deste blog, Isadora Libório, clique no link:
http://www.info4.com.br/gomateria.asp?cod=48035&nome=1268&cliente=1268
domingo, 28 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
ECOTEXTO (7 semana)
É ÉPOCA DE MUDANÇA
Estamos em uma nova época,
O mundo está mudando,
Pois agora temos energia eólica
E do petróleo não mais estamos precisando
Se o aquecimento global é um tormento,
Usemo-nos de recursos como o vento.
Caso o Brasil produza etanol,
Da natureza estaremos atuando em prol.
A força com que a água vem,
Roda turbinas e a todos mantém.
Energia nuclear é a salvação,
Criar pode ser caro, mas não sua manutenção.
Resíduos e explosões já foram problema,
Mas a tecnologia resolveu esse dilema.
E mesmo que outros surjam depois,
A preocupação atual é o CO2.
O sol brilha forte sobre nós
Eé sua energia que nos manterá após
Os combustíveis fósseis terem seu fim
E as energias alternativas reinarem enfim.
por João Jablonski
Estamos em uma nova época,
O mundo está mudando,
Pois agora temos energia eólica
E do petróleo não mais estamos precisando
Se o aquecimento global é um tormento,
Usemo-nos de recursos como o vento.
Caso o Brasil produza etanol,
Da natureza estaremos atuando em prol.
A força com que a água vem,
Roda turbinas e a todos mantém.
Energia nuclear é a salvação,
Criar pode ser caro, mas não sua manutenção.
Resíduos e explosões já foram problema,
Mas a tecnologia resolveu esse dilema.
E mesmo que outros surjam depois,
A preocupação atual é o CO2.
O sol brilha forte sobre nós
Eé sua energia que nos manterá após
Os combustíveis fósseis terem seu fim
E as energias alternativas reinarem enfim.
por João Jablonski
ECODICA (semana 7)
Como vocês sabem, o blog ecoideias está sempre buscando inovar, e é por isso que esta semana escrevemos não apenas 1 ecodica, mas 3!
Todas elas têm o objetivo de ajudá-lo a economizar energia e dinheiro, consequentemente,na cozinha, então, lá vão elas:
1)TAMPE SUAS PANELAS ENQUANTO COZINHA: é simples e eficaz, pois assim você aproveita o calor que se perderia no ar caso deixe-a aberta!
2)USE UMA GARRAFA TÉRMICA COM ÁGUA GELADA: toda vez que abrimos a geladeira o ar quente entra nela e demora mais para que ela esfrie de novo. Isso faz com que você gaste muita energia. Para evitar o abre e fecha da geladeira para pegar água, encha toda manhã uma garrafa térmica com água gelada e muitos cubos de gelo, assim, poderá matar a sede durante o dia todo!
3)COMA MENOS CARNE VERMELHA: a criação de bovinos representa uma grande ameaça ao planeta, uma vez que é preciso desmatar áreas enormes para a criação das pastagens. Quando cortamos essas árvores, contribuímos para o Aquecimento Global, uma vez que poderiam estar filtrando carbono. Além disso, as "flatulências bovinas" liberam metano, um gás inflamável que contribui para o efeito estufa. Além disso, para produzir 1kg de carna vermelha são gastos 200litros de água potável e a mesma quantidade de frango só consome 10 litros!
FONTE: http://www.scribd.com/doc/504285/Dicas-ecologicas-para-o-diaadia
Todas elas têm o objetivo de ajudá-lo a economizar energia e dinheiro, consequentemente,na cozinha, então, lá vão elas:
1)TAMPE SUAS PANELAS ENQUANTO COZINHA: é simples e eficaz, pois assim você aproveita o calor que se perderia no ar caso deixe-a aberta!
2)USE UMA GARRAFA TÉRMICA COM ÁGUA GELADA: toda vez que abrimos a geladeira o ar quente entra nela e demora mais para que ela esfrie de novo. Isso faz com que você gaste muita energia. Para evitar o abre e fecha da geladeira para pegar água, encha toda manhã uma garrafa térmica com água gelada e muitos cubos de gelo, assim, poderá matar a sede durante o dia todo!
3)COMA MENOS CARNE VERMELHA: a criação de bovinos representa uma grande ameaça ao planeta, uma vez que é preciso desmatar áreas enormes para a criação das pastagens. Quando cortamos essas árvores, contribuímos para o Aquecimento Global, uma vez que poderiam estar filtrando carbono. Além disso, as "flatulências bovinas" liberam metano, um gás inflamável que contribui para o efeito estufa. Além disso, para produzir 1kg de carna vermelha são gastos 200litros de água potável e a mesma quantidade de frango só consome 10 litros!
FONTE: http://www.scribd.com/doc/504285/Dicas-ecologicas-para-o-diaadia
ECO-AÇÃO (7 semana)
Esta semana, a ação ecológica foi a confecção de cadernos de folhas 100% reutilizadas. O blog eco idéias no porão reuniu mais de 300 folhas de cadernos antigos (sabe aqueles cadernos que compramos e não utilizamos até o final? Então, esses mesmo que usamos para realizar a ação do mês), em uma papelaria, mandamos encadernar. As capas ficaram por nossa conta, e foram feitas de tecidos (aqueles que sobraram das oficinas de ecobags)
Estamos á procura de um local para vendê-las, junto com as ecobags que confeccionamos.
Pode deixar que assim que estiverem a venda avisaremos o local aqui no blog, para que nossso fiéis internautas possam dar uma olhada.
A renda obtida será utilizada em nossas próximas ações!!! Ah! é sempre bom lembrar que qualquer sugestão que tiverem para novas ações ecológicas será bem vinda!
Estamos á procura de um local para vendê-las, junto com as ecobags que confeccionamos.
Pode deixar que assim que estiverem a venda avisaremos o local aqui no blog, para que nossso fiéis internautas possam dar uma olhada.
A renda obtida será utilizada em nossas próximas ações!!! Ah! é sempre bom lembrar que qualquer sugestão que tiverem para novas ações ecológicas será bem vinda!
domingo, 31 de janeiro de 2010
sábado, 30 de janeiro de 2010
NOTICIA DA SEMANA!! (7 semana)
É muito triste e decepcionante enchergar onde nos encontramos, porém se não abrirmos os nossos olhos a nossa situação somente se agravará.
13/01/2010 - 01h01
Cientistas iniciam travessia para estudar a “sopa de
plástico” no mar
A poluição marinha por plásticos é um problema
global crescente, mas é especialmente grave na região do
Pacífico Norte.
Cientistas marinhos iniciaram no último dia 08 de janeiro
o lançamento transatlântico do primeiro estudo de
poluição marinha por plásticos que é largamente Foto do diario de bordo do Sea Dragon
conhecido como prevalecente somente no Oceano Pacífico
Norte, a “Grande Marca de Lixo no Pacífico”.
Cientistas iniciam travessia para estudar a “sopa de
plástico” no mar
A poluição marinha por plásticos é um problema
global crescente, mas é especialmente grave na região do
Pacífico Norte.
Cientistas marinhos iniciaram no último dia 08 de janeiro
o lançamento transatlântico do primeiro estudo de
poluição marinha por plásticos que é largamente Foto do diario de bordo do Sea Dragon
conhecido como prevalecente somente no Oceano Pacífico
Norte, a “Grande Marca de Lixo no Pacífico”.
“Este é um problema global, temos visto evidências de
poluição por plásticos por todos os lugares do mundo e
isto está piorando,” diz o capitão Charles Moore,
fundador da Fundação de Pesquisa Marinha Algalita
(AMRF), que em janeiro foi enfocado no programa de TV “The
Colbert Report” (O Relatório Colbert) para discutir o
problema que ele mesmo colocou no mapa pela primeira vez.
A viagem inaugural do estudo, de St. Thomas, Ilhas Virgens,
EUA, até o Mar de Sargaço, é parte do Projeto 5 Gyres
(giros), que realizará uma segunda travessia no
Atlântico Sul em agosto próximo. Participam diretamente
do projeto os pesquisadores Dr. Marcus Eriksen e Anna
Cummins, que têm trabalhado com Moore, documentando a
acumulação crescente de poluição por plástico no
Giro do Pacífico Norte.
Eriksen e Cummins, casados em junho de 2009, trabalharão
com a AMRF para aprofundar o foco da sua pesquisa anterior,
a qual tem sido quantificar os plásticos flutuantes,
incluindo fragmentos de micro-plásticos consumidos pelos
peixes. Agora eles buscam entender como esses detritos
afetam os peixes, para entender melhor o efeito humano do
que o Los Angeles Times chama de “um dos segmentos da
esteira de lixo tóxico da civilização que mais
cresce”.
“As partículas de plástico no mar agem como
magnéticos para químicos tais como DDT, PCB,
retardadores de chama e outros poluentes,” diz Cummins.
“O Projeto 5 Gyres está trabalhando agora para avançar
nossas pesquisas anteriores com os testes buscando
determinar se esses químicos se acumulam nos peixes,
navegam ao longo da cadeia alimentar e terminam em nossos
pratos de jantar.”
“Há cinco giros no mundo,” informa Cummins, “mas a
poluição por plásticos não está confinada em um
somente. Planejamos agrupar dados de todos os cinco.”
O Projeto 5 Gyres é uma colaboração entre a AMRF, onde
Eriksen é diretor do programa de desenvolvimento, a
Livable Legacy e a Pangaea Explorations. Um dos
patrocinadores do projeto é a Blue Turtle. A Pangaea
Explorations está fornecendo o veleiro de 72 pés Sea
Dragon, no qual o casal velejará para coletar amostras da
superfície do oceano, do fundo do mar e do conteúdo do
estômago e dos tecidos de peixes para análise. Outros
velejadores são voluntários para contribuir com suas
pesquisas com equipamentos emprestados pelo Projeto 5 Gyres.
Acompanhe o progresso do Sea Dragon através da tecnologia
GPS fornecida pela Blue Turtle.
Na última primavera, Eriksen e Cummins completaram um tour
de 2.000 milhas de bicicleta para gerar conscientização
do problema no Giro do Pacífico Norte, onde o próprio
Eriksen velejou a bordo do JUNKraft da AMRF construído com
15.000 garrafas de plástico. O problema do plástico no
oceano tem sido referido como a Marca de Lixo, mas que é
muito mais difusa do que uma simples “marca”, a qual
Eriksen e Cummins chamam de sopa de plástico.
Durante a sua viagem transatlântica de seis semanas — a
primeira desse tipo — o casal fará uma parada nas
Bermudas para palestras e para encontrar-se com o Cônsul
Geral dos Estados Unidos Grace Shelton. Em 28 de janeiro
eles velejarão aos Açores através do Mar de Sargaço,
uma região alongada no meio do Atlântico Norte
circundada por correntes oceânicas que formam outro giro
oceânico. Eles esperam retornar para Santa Mônica em
meados de fevereiro.
Em agosto, eles cruzarão o Giro do Atlântico Sul, indo
do Rio de Janeiro à Cidade do Cabo, na África do Sul.
Esta será a primeira travessia desse tipo nos últimos 30
anos no hemisfério sul.
Os pesquisadores enfatizam que, desde que a poluição do
mar por plásticos não pode ser limpa por qualquer meio,
a sociedade deve parar o problema na sua fonte. Eles
defendem legislações que demandem das empresas tomarem
para si a responsabilidade de recuperar e reutilizar os seus
produtos, incluindo incentivos econômicos para promover a
recuperação e a extinção dos produtos
descartáveis. Legislações responsáveis irão criar,
também, uma tremenda oportunidade para produtos
inteligentes e inovadores.
“Não podemos sair desta sujeira pela reciclagem, nem
podemos limpar o que já está lá fora,” diz Eriksen.
“Não estamos olhando para uma grande acumulação de
pedaços visíveis de plásticos, mas para uma sopa
difusa de micro-partículas.”
Enquanto os efeitos potenciais à saúde humana permanecem
desconhecidos, cientistas já estimam que perto da metade
de todas as espécies de pássaros marinhos, todas as
espécies de tartarugas marinhas e 22 espécies de
mamíferos marinhos ferem-se ou morrem por causa do lixo
plástico, seja pela ingestão, enredamento ou
estrangulamento, antes que os detritos sejam quebrados (pela
fotodegradação) em minúsculos fragmentos.
Eriksen e Cummins mantêm um blog sobre suas travessias no
endereço http://5gyres.org/whats_ happening_now/blog/. Eles
continuarão sua segunda viagem no Atlântico com um
projeto de conscientização de duração de um ano
chamado “O Último Canudo.” Este projeto inclui um tour
de 2.000 milhas para ciclo de palestras na Costa Leste e a
construção, em Paris, de um barco com 250.000 canudos de
plástico. Neste barco, chamado de “STRA,” em homenagem
à expedição RA feita por Thor Heyerdahl no final dos
anos 1960, eles velejarão o Rio Sena e cruzarão o Canal
Inglês.
O patrocinador do Projeto 5 Gyre Blue Turtle, baseado em San
Francisco, é uma organização social que visa
soluções completas e longevas para a poluição dos
oceanos mundiais através da educação, de fontes de
eliminação e limpeza. A Pangaea Explorations, outro
patrocinador importante, é dedicada à descoberta de
bases verdadeiras sobre o meio ambiente, envolvendo pessoas
e as questões ambientais, e ensinando a próxima
geração a respeitar e proteger o seu meio ambiente.
Patrocínios chave adicionais são fornecidos por
Ecousable, Quiksilver Foundation, Surfrider Foundation, Keen
Footwear, Patagonia e Aquapac.
Mais fotos de Eriksen e Cummins a bordo do Sea Dragon,
partículas de plásticos retiradas do estômago de
peixes e da viagem de 2008, no JUNKraft, no link:
http://m233.photobucket.com/ albums/ZanDubin/Video%20Art/ 5Gyres/
poluição por plásticos por todos os lugares do mundo e
isto está piorando,” diz o capitão Charles Moore,
fundador da Fundação de Pesquisa Marinha Algalita
(AMRF), que em janeiro foi enfocado no programa de TV “The
Colbert Report” (O Relatório Colbert) para discutir o
problema que ele mesmo colocou no mapa pela primeira vez.
A viagem inaugural do estudo, de St. Thomas, Ilhas Virgens,
EUA, até o Mar de Sargaço, é parte do Projeto 5 Gyres
(giros), que realizará uma segunda travessia no
Atlântico Sul em agosto próximo. Participam diretamente
do projeto os pesquisadores Dr. Marcus Eriksen e Anna
Cummins, que têm trabalhado com Moore, documentando a
acumulação crescente de poluição por plástico no
Giro do Pacífico Norte.
Eriksen e Cummins, casados em junho de 2009, trabalharão
com a AMRF para aprofundar o foco da sua pesquisa anterior,
a qual tem sido quantificar os plásticos flutuantes,
incluindo fragmentos de micro-plásticos consumidos pelos
peixes. Agora eles buscam entender como esses detritos
afetam os peixes, para entender melhor o efeito humano do
que o Los Angeles Times chama de “um dos segmentos da
esteira de lixo tóxico da civilização que mais
cresce”.
“As partículas de plástico no mar agem como
magnéticos para químicos tais como DDT, PCB,
retardadores de chama e outros poluentes,” diz Cummins.
“O Projeto 5 Gyres está trabalhando agora para avançar
nossas pesquisas anteriores com os testes buscando
determinar se esses químicos se acumulam nos peixes,
navegam ao longo da cadeia alimentar e terminam em nossos
pratos de jantar.”
“Há cinco giros no mundo,” informa Cummins, “mas a
poluição por plásticos não está confinada em um
somente. Planejamos agrupar dados de todos os cinco.”
O Projeto 5 Gyres é uma colaboração entre a AMRF, onde
Eriksen é diretor do programa de desenvolvimento, a
Livable Legacy e a Pangaea Explorations. Um dos
patrocinadores do projeto é a Blue Turtle. A Pangaea
Explorations está fornecendo o veleiro de 72 pés Sea
Dragon, no qual o casal velejará para coletar amostras da
superfície do oceano, do fundo do mar e do conteúdo do
estômago e dos tecidos de peixes para análise. Outros
velejadores são voluntários para contribuir com suas
pesquisas com equipamentos emprestados pelo Projeto 5 Gyres.
Acompanhe o progresso do Sea Dragon através da tecnologia
GPS fornecida pela Blue Turtle.
Na última primavera, Eriksen e Cummins completaram um tour
de 2.000 milhas de bicicleta para gerar conscientização
do problema no Giro do Pacífico Norte, onde o próprio
Eriksen velejou a bordo do JUNKraft da AMRF construído com
15.000 garrafas de plástico. O problema do plástico no
oceano tem sido referido como a Marca de Lixo, mas que é
muito mais difusa do que uma simples “marca”, a qual
Eriksen e Cummins chamam de sopa de plástico.
Durante a sua viagem transatlântica de seis semanas — a
primeira desse tipo — o casal fará uma parada nas
Bermudas para palestras e para encontrar-se com o Cônsul
Geral dos Estados Unidos Grace Shelton. Em 28 de janeiro
eles velejarão aos Açores através do Mar de Sargaço,
uma região alongada no meio do Atlântico Norte
circundada por correntes oceânicas que formam outro giro
oceânico. Eles esperam retornar para Santa Mônica em
meados de fevereiro.
Em agosto, eles cruzarão o Giro do Atlântico Sul, indo
do Rio de Janeiro à Cidade do Cabo, na África do Sul.
Esta será a primeira travessia desse tipo nos últimos 30
anos no hemisfério sul.
Os pesquisadores enfatizam que, desde que a poluição do
mar por plásticos não pode ser limpa por qualquer meio,
a sociedade deve parar o problema na sua fonte. Eles
defendem legislações que demandem das empresas tomarem
para si a responsabilidade de recuperar e reutilizar os seus
produtos, incluindo incentivos econômicos para promover a
recuperação e a extinção dos produtos
descartáveis. Legislações responsáveis irão criar,
também, uma tremenda oportunidade para produtos
inteligentes e inovadores.
“Não podemos sair desta sujeira pela reciclagem, nem
podemos limpar o que já está lá fora,” diz Eriksen.
“Não estamos olhando para uma grande acumulação de
pedaços visíveis de plásticos, mas para uma sopa
difusa de micro-partículas.”
Enquanto os efeitos potenciais à saúde humana permanecem
desconhecidos, cientistas já estimam que perto da metade
de todas as espécies de pássaros marinhos, todas as
espécies de tartarugas marinhas e 22 espécies de
mamíferos marinhos ferem-se ou morrem por causa do lixo
plástico, seja pela ingestão, enredamento ou
estrangulamento, antes que os detritos sejam quebrados (pela
fotodegradação) em minúsculos fragmentos.
Eriksen e Cummins mantêm um blog sobre suas travessias no
endereço http://5gyres.org/whats_
continuarão sua segunda viagem no Atlântico com um
projeto de conscientização de duração de um ano
chamado “O Último Canudo.” Este projeto inclui um tour
de 2.000 milhas para ciclo de palestras na Costa Leste e a
construção, em Paris, de um barco com 250.000 canudos de
plástico. Neste barco, chamado de “STRA,” em homenagem
à expedição RA feita por Thor Heyerdahl no final dos
anos 1960, eles velejarão o Rio Sena e cruzarão o Canal
Inglês.
O patrocinador do Projeto 5 Gyre Blue Turtle, baseado em San
Francisco, é uma organização social que visa
soluções completas e longevas para a poluição dos
oceanos mundiais através da educação, de fontes de
eliminação e limpeza. A Pangaea Explorations, outro
patrocinador importante, é dedicada à descoberta de
bases verdadeiras sobre o meio ambiente, envolvendo pessoas
e as questões ambientais, e ensinando a próxima
geração a respeitar e proteger o seu meio ambiente.
Patrocínios chave adicionais são fornecidos por
Ecousable, Quiksilver Foundation, Surfrider Foundation, Keen
Footwear, Patagonia e Aquapac.
Mais fotos de Eriksen e Cummins a bordo do Sea Dragon,
partículas de plásticos retiradas do estômago de
peixes e da viagem de 2008, no JUNKraft, no link:
http://m233.photobucket.com/
ECOTEXTO DA SEMANA!! (6 semana)
Esse texto é realmente impactante, e nos mostra a que ponto chegamos e o quanto precisaremos fazer para reverter essa triste situação. É um tema que precisamos debater com mais frequencia no nosso dia-a-dia, então não deixe de ler, divulgue esta idéia!
Por Fabiano Ávila, do CarbonoBrasil
A edição de 2010 do renomado relatório "State Of The
World" afirma que sem uma alteração nos hábitos
comportamentais e de consumo de nada adiantarão
políticas públicas e avanços tecnológicos no combate
ao aquecimento global e a outros desafios contemporâneos
As 500 milhões de pessoas mais ricas do mundo, cerca de 7%
da população, são responsáveis por 50% das
emissões de gases do efeito estufa, enquanto os três
bilhões de pessoas mais pobres emitem apenas 6%. Com dados
como esse, o relatório “State of the World 2010,
Transforming Cultures: From Consumerism to Sustainability",
do Worldwatch Institute, publicado nesta terça-feira
(12/01), traz como principal mensagem que sem uma mudança
cultural que coloque valores sustentáveis acima do
consumismo, não há milagre tecnológico ou política
pública que resgatem a humanidade de graves problemas
climáticos, sociais e ambientais.
O relatório chama de consumismo a orientação cultural
que leva as pessoas a acharem contentamento, aceitação e
significado para as suas vidas através do que possuem e
utilizam.
“Nós vimos alguns esforços encorajadores nos últimos
anos no combate a crise climática. Porém fazer
políticas ou mudanças tecnológicas enquanto a cultura
segue centrada no consumismo e no crescimento não podem ir
muito longe. Para que se consiga um avanço duradouro, é
preciso que a sociedade mude sua cultura para que a
sustentabilidade vire a norma e o consumo em excesso um
tabu”, afirmou Erik Assadourian, diretor do projeto State
of the World.
Em 2006, a humanidade consumiu US$ 30,5 trilhões em
mercadorias e serviços, 28% a mais do que apenas 10 anos
antes. O aumento do consumo resultou em um crescimento
dramático da extração de recursos naturais. Os
norte-americanos, por exemplo, consomem aproximadamente 88
quilos de recursos por dia. Se todos vivessem dessa
maneira, a Terra sustentaria 1,4 bilhões de pessoas,
apenas um quinto da atual população mundial.
“O padrão cultural é a raiz para a convergência sem
precedentes de diversos problemas ecológicos e sociais;
como as mudanças climáticas, epidemias de obesidade,
declínio da biodiversidade, perda das terras cultiváveis
e desperdícios de produção”, disse Assadourian.
Os 60 autores do relatório apresentam em 26 artigos
algumas estratégias que já estão em funcionamento para
a reorientação cultural. Algumas abrangem uma visão
social do mercado, através da formação de cooperativas
de agricultores, por exemplo. Outras avaliam modelos de
planejamento familiar e esforços de marketing social. Há
ainda a sugestão de que as escolas primárias sejam
utilizadas na formação de uma nova cultura, com
iniciativas simples como a alteração dos itens da
merenda para uma alimentação mais saudável e baseada
em produtos locais.
“Com o mundo lutando para se recuperar da mais séria
crise econômica desde a grande depressão, nós temos
uma oportunidade história para nos afastarmos do
consumismo. No fim, o instinto de sobrevivência deve
triunfar sobre a compulsão do consumo a qualquer custo”,
concluiu Christopher Flavin, presidente do Worlwatch
Institute.
(Envolverde/CarbonoBrasil)
Por Fabiano Ávila, do CarbonoBrasil
A edição de 2010 do renomado relatório "State Of The
World" afirma que sem uma alteração nos hábitos
comportamentais e de consumo de nada adiantarão
políticas públicas e avanços tecnológicos no combate
ao aquecimento global e a outros desafios contemporâneos
As 500 milhões de pessoas mais ricas do mundo, cerca de 7%
da população, são responsáveis por 50% das
emissões de gases do efeito estufa, enquanto os três
bilhões de pessoas mais pobres emitem apenas 6%. Com dados
como esse, o relatório “State of the World 2010,
Transforming Cultures: From Consumerism to Sustainability",
do Worldwatch Institute, publicado nesta terça-feira
(12/01), traz como principal mensagem que sem uma mudança
cultural que coloque valores sustentáveis acima do
consumismo, não há milagre tecnológico ou política
pública que resgatem a humanidade de graves problemas
climáticos, sociais e ambientais.
O relatório chama de consumismo a orientação cultural
que leva as pessoas a acharem contentamento, aceitação e
significado para as suas vidas através do que possuem e
utilizam.
“Nós vimos alguns esforços encorajadores nos últimos
anos no combate a crise climática. Porém fazer
políticas ou mudanças tecnológicas enquanto a cultura
segue centrada no consumismo e no crescimento não podem ir
muito longe. Para que se consiga um avanço duradouro, é
preciso que a sociedade mude sua cultura para que a
sustentabilidade vire a norma e o consumo em excesso um
tabu”, afirmou Erik Assadourian, diretor do projeto State
of the World.
Em 2006, a humanidade consumiu US$ 30,5 trilhões em
mercadorias e serviços, 28% a mais do que apenas 10 anos
antes. O aumento do consumo resultou em um crescimento
dramático da extração de recursos naturais. Os
norte-americanos, por exemplo, consomem aproximadamente 88
quilos de recursos por dia. Se todos vivessem dessa
maneira, a Terra sustentaria 1,4 bilhões de pessoas,
apenas um quinto da atual população mundial.
“O padrão cultural é a raiz para a convergência sem
precedentes de diversos problemas ecológicos e sociais;
como as mudanças climáticas, epidemias de obesidade,
declínio da biodiversidade, perda das terras cultiváveis
e desperdícios de produção”, disse Assadourian.
Os 60 autores do relatório apresentam em 26 artigos
algumas estratégias que já estão em funcionamento para
a reorientação cultural. Algumas abrangem uma visão
social do mercado, através da formação de cooperativas
de agricultores, por exemplo. Outras avaliam modelos de
planejamento familiar e esforços de marketing social. Há
ainda a sugestão de que as escolas primárias sejam
utilizadas na formação de uma nova cultura, com
iniciativas simples como a alteração dos itens da
merenda para uma alimentação mais saudável e baseada
em produtos locais.
“Com o mundo lutando para se recuperar da mais séria
crise econômica desde a grande depressão, nós temos
uma oportunidade história para nos afastarmos do
consumismo. No fim, o instinto de sobrevivência deve
triunfar sobre a compulsão do consumo a qualquer custo”,
concluiu Christopher Flavin, presidente do Worlwatch
Institute.
(Envolverde/CarbonoBrasil)
Assinar:
Comentários (Atom)

